Vivemos, na semana passada, a Paixão de Cristo.
Voltamos, nesta semana, às paixões do nosso tempo...
O brasileiro é apaixonado por natureza.
Paixão do torcedor nas disputas esportivas, paixão do carioca pela sua Escola de Samba.
A paixão do baiano pela sua música e seu carnaval não é menor que a do paulistano pela própria cidade de São Paulo, onde tudo é o melhor do mundo!
As paixões do mineiro têm apelidos de GALO e RAPOSA...
E a paixão de namorados, sem limite, sem controle... Mas, controlar paixão? Seria possível?
Amar com amor ou amar com paixão....
É difícil explicar ou entender o que nos leva a esse sentimento exacerbado, incontrolável, intenso!
O endeusamento daquela pessoa, daquele time, daquele objeto... Sei lá.
O grito, a lágrima, a agressividade, a alienação global! Sinal dos tempos.
O tempo de amar: voar, navegar nas nuvens, cavalgar ao luar!
O tempo de se apaixonar: mergulhar no mar revolto - nas ondas incertas, imensas, inconstantes.
Importa dosar as coisas da vida. Exagero? N'est pas bonn.
Bem dizia o escritor e filósofo Bernard Le Bovier de Fontenelli: "As paixões são como os ventos, que são necessários para dar movimento a tudo se bem que, frequentemente, causem temporais".
Todos nós temos uma paixão na vida...
Na semana passada, revivemos a dolorosa Paixão de Cristo. Cristo que acreditou no amor e ressuscitou, pois o AMOR transcende a morte!
No ar, para voce, Coluna Social!
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