domingo, 14 de outubro de 2012
Abertura de COLUNA SOCIAL 12-10-12
BOA TARDE! O dia, hoje, se inciou muito bem com as bençãos de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil - nossa querida medianeira junto ao Pai - e o Dia da Criança, essa criaturinha de risadas soltas, espontâneas. Na próxima segunda feira o dia 15 - Dia do Professor! Quando criança não imaginamos que essa pessoa dedicada à arte de ensinar, iluminar nossa ignorância com a luz dos primeiros conhecimentos, estaria tão perto e tão viva em nossas lembranças pela vida afora. De repente, me ponho a imaginar o mundo com essa força, esse idealismo do professor e o fair play intenso, verdadeiro, contagiante da criança! Viajo nessa utopia e, por acaso, me deparo com um artigo de Déa Januzzi e passo para voce : "...se eu fosse político, cuidaria mais do ser humano; nesse jardim de possibilidades abriria as janelas do amanhã para as crianças e adolescentes deste País. Criaria mais praças com quadras, campos de futebol, clubes públicos. Se eu fosse um político, decretaria a generosidade como disciplina básica dos currículuns escolares; pregaria os valores universais como prática quotidiana. Plantaria flores e não escândalos. Abriria os cofres públicos para as crianças e os jovens deste País. Se eu fosse um político, faria festas nas favelas, nas periferias com direito a fogos de artifícios e balões coloridos no lugar dessa farofa de tiros que revolta o coração das mães, dos pais, dos jovens deste País. Se eu fosse Presidente colocaria em prática o Estatuto da Criança e do Adolescente, cumpriria as leis, olharia o mundo com as lentes claras do amor, do respeito pelo outro. Não plantaria vento para colher tempestade; semearia esperança para as crianças poderem crescer sem sobressaltos. Se eu fosse Presidente, proclamaria a justiça como ideal de todos. Seria agente da PAZ e não da guerra de todos os dias. Se eu fosse um político, faria cumprir o Estatuto do Homem, de autoria do poeta Thiago de Melo que diz, em seu artigo 1º: fica decretado que agora vale a verdade. Agora vale a vida e, de mãos dadas, trabalharemos todos juntos pela vida verdadeira. E no artigo 4º propõe: fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem. Que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu e, por decreto irrevogável, fica estabelecido o reinado permanente da Justiça e da Caridade e a alegria será uma bandeira generosa para sempre desfraldada na alma do povo." Se eu fosse um político, proibiria, como Thiago de Melo, "o uso da palavra LIBERDADE, a qual seria suprimida dos dicionários e do pântano enganoso das bocas. A partir desse instante, a liberdade seria algo vivo e transparente, como o fogo e o rio e a sua morada seria sempre o coração do homem." No ar, para voce, Coluna Social!
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