sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ETIQUETA SOCIAL 01-02-13

Na semana passada, todo o nosso País se entristeceu, muitas lágimas derramadas diante da tragédia transmitida pelos meios de comunicação e o mundo inteiro, de alguma forma, prestou solidariedade junto às famílias abruptamente enlutadas, na cidade gaucha de Santa Maria. Ainda hoje, as imagens estão doendo em nossa memória,; mais de 230 sorrios apagados, milhares de sonhos perdidos. Tudo isso é muito doloroso. Mais doloroso ainda é que tantos jovens cheios de vida façam com que a morte nos acorde para a nossa pobreza cultural. Ouví, pela TV, um talentoso profissional do sistema de segurança e anotei alguns tópicos que passo, agora, para voce e, quam sabe, mudando nossa mentalidade e nosso comodismo, possamos evitar que outras tragédias aconteçam. Voilà: - Naquela Boite KISS só havia uma porta para entrada e saida. O foo começou no palco. Muitas pessoas, "aos trancos e barrancos", conseguiram sair, sobreviver. Imagine você se o fogo tivesse começado perto da porta: Morreriam 1.500 pessoas! - Os seguranças pensaram, no início, que eram jovens querendo fugir para não pagar a conta e só quando alguem gritou: FOGO!!! é que liberaram a porta e o povo começou a sair. - O alerta, a sinalização de perigo não tem que ser por uma voz e sim por sinal sonoro de alarme, o sistema de segurança automaticamente acionado, detectores de fumaça acionados e as pessoas precisam esvaziar o local, pelas portas de emergência, até, no máximo 4 minutos. Mais de 5 minutos é fatal. - Você já reparou que, ao alugar um local para festa, a nossa única preocupação é saber quantas pessoas o local comporta, quantas mesas, o espaço para dançar... - Por favor, preste atenção ao que voce deveria e deverá, daqui por diante, indagar aos proprietários de clube, boite ou salão de festa: - se o alvará está em dia; - se possui portas de emrgência (e pedir para ver); - pedir para ver tambem a velidade dos extintores de incêndio. Gente, fiscalização é essencial e fiscais podemos ser todos nós. A lição que custou a vida de tantos jovens, não pode cair no esquecimento, mas sim em nossa disposição para observar, fiscalizar, denunciar. Enxugar as lágrimas de tantos pais e mães que sofrem nesse momento e a nossa obrigação de defender o direito à diversão, sem contravenção.

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